Federação dos Vigilantes do RS divulga Nota de Esclarecimento referente a Campanha Salarial Unificada

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23-01-2018

 

A Federação Profissional dos Trabalhadores em Segurança Privada do Estado do Rio Grande do Sul com todo o respeito, compromisso e responsabilidade que tem de representar esta categoria vem a público divulgar Nota de Esclarecimento com relação a matéria divulgada no site do Sindicato dos Vigilantes de Porto Alegre e Região sobre a Campanha Salarial Unificada 2018/2019.

 

Acesse aqui a íntegra da Nota de Esclarecimento.  

 

Fonte: Assessoria de Comunicação FEPSP-RS

 

 

Rio Grande: Com Chapa única sindicato tem nova direção

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22-12-2018

A Federação dos Vigilantes do Estado do Rio Grande do Sul acompanhou e participou do processo eleitoral nas eleições realizadas no último dia 20/12, que elegeu a nova direção para o Sindicato dos Vigilantes de Rio Grande.

Com chapa única e após um longo processo judicial, o sindicato agora tem uma nova direção, eleita pelos associados da cidade de Rio Grande para comandar a entidade nos próximos quatro anos e conta com o apoio total desta Federação Estadual e seus sindicatos filiados.

A Federação dos Vigilantes do Estado parabeniza a direção eleita pela vitória e deseja a todos um mandato pleno de êxito e conquistas para os trabalhadores da região!

Fonte: Assessoria FEPSP-RS

Novo Hamburgo firma convênio com clube de lazer

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22-12-2017

A Diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Novo Hamburgo e Região cumprindo com uma das propostas firmada na campanha eleitoral, informa com satisfação que firmou convênio com "Campo 7 Amigos", espaço de lazer, localizado na cidade de Dois Irmãos.

 

O espaço dispõe de piscinas, churrasqueiras, pedalinhos etc., toda a comodidade para os associados e seus familiares desfrutarem nos seus momentos de folga.

 

Para aproveitar deste espaço, o associado precisa retirar autorização na sede do sindicato, mais informações entrar em contato na secretaria da entidade, através do telefone 51 3593-4779.

 

Acesse o link para conhecer toda a estrutura do clube: http://www.campo7amigos.com.br/

 

A Federação dos Vigilantes parabeniza a direção por proporcionar um espaço de lazer para os vigilantes e seus familiares e principalmente por honrar os compromissos firmados na campanha eleitoral.

 

Fonte: Assessoria FEPSP-RS

 

 

Direitos trabalhistas e financiamento sindical: dois caminhos

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14-12-2017

Os trabalhadores criam Sindicatos para lutar por salários, condições de trabalho e qualidade de vida. Essas entidades produzem, promovem e defendem direitos. Essa é a mais importante finalidade dessas instituições.

A produção social dos direitos se dá na relação entre o Sindicato, como sujeito coletivo de representação dos trabalhadores, e o empregador (privado ou público) ou a representação coletiva empresarial. Essas representações negociam e celebram acordos com direitos e deveres para as duas partes, que, para o trabalhador, incorporam-se ao contrato individual de trabalho.

Há procedimentos pelos quais os trabalhadores deliberam e delegam poder de representação – ao estabelecer o estatuto do Sindicato, eleger a diretoria, aprovar uma pauta, definir sobre a greve ou aprovar uma proposta de acordo. Os trabalhadores são individualmente convocados, pelo sujeito coletivo que constituíram, para deliberar e legitimar as iniciativas do Sindicato.

Quem são os beneficiários dos resultados alcançados pelos Sindicatos? Essa é uma escolha fundamental. Os sistemas de relações de trabalho, mundo afora, estabelecem duas possibilidades para que os trabalhadores tenham acesso aos direitos produzidos e conquistados pelos Sindicatos:

(1) é preciso ser associado ao Sindicato 
(2) não é necessária filiação, ou seja, todos os trabalhadores de determinada base sindical ou categoria estarão cobertos por esses direitos.

Essa escolha orienta todo o sistema de relações de trabalho, influencia diretamente a estrutura e organização sindical e define a base de financiamento.

Na primeira hipótese, quando o direito conquistado coletivamente pelos Sindicatos vale somente para os associados, a tendência é haver alto índice de sindicalização. E o motivo é simples. Como o trabalhador não é bobo, ele se associa ao sujeito coletivo para conseguir ter acesso aos direitos. Com isso, o Sindicato fica mais forte e, muitas vezes, com boa organização no local de trabalho. Os sócios financiam a estrutura, a organização, a mobilização e as negociações que conquistam os direitos.

Na segunda hipótese, quando o direito vale para todos os trabalhadores da base, independentemente de o trabalhador ser ou não associado ao Sindicato, criam-se mecanismos para definir as atribuições e responsabilidades de sindicalizados e não sindicalizados nas tomadas de decisão sobre questões que tratam dos interesses do conjunto da categoria, como a celebração de acordos cujos direitos valem para todos.  Cabe aos Sindicatos construir a estrutura, organização e mobilização para a implementação das ações que lhes são confiadas. Nesse caso, os trabalhadores não filiados também financiam, de maneira obrigatória, o Sindicato que os representa.

Há sistemas que admitem que o trabalhador tem o direito de se recusar a financiar o Sindicato. Essa manifestação poderá ser expressa de duas maneiras: a) em assembleia, com participação nos debates e deliberação coletiva – o que vale é o que for decidido pela maioria; b) ou individualmente, forma pela qual o trabalhador recusa, simultaneamente, o acesso ao direto conquistado pelo Sindicato e a obrigação de financiar a entidade.

São dois caminhos para a construção e o acesso aos direitos conquistados pelos Sindicatos na relação com os empregadores. A escolha que formatará o sistema de relações de trabalho é muito importante e deve ser feita conjuntamente, por trabalhadores e empregadores. Contudo, em qualquer hipótese, somente os trabalhadores que financiam os Sindicatos podem usufruir dos direitos. Empresas e “espertinhos“ que quiserem desfrutar dos direitos coletivos, sem financiar as entidades sindicais, sofrem consequências.

 

*Clemente Ganz Lúcio é sociólogo
e diretor-técnico do Dieese. 

Federação dos Vigilantes do Estado protocola a Pauta de Reivindicação Unificada para 2018

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14-12-2017

A Federação Profissional dos Trabalhadores em Segurança Privada do Estado do Rio Grande do Sul, representando todos os sindicatos constituídos do Estado protocolou na última quarta-feira (13) a Pauta de Reivindicação Unificada 2018/2019.

No presente documento foi solicitado agendamento de reunião para o início da rodada de negociação coletiva.

Neste ano a negociação contará com a força máxima dos sindicatos, pois com a Unificação da Pauta de Reivindicação, participação e mobilização das bases de todo o Estado teremos condições de enfrentar os desafios da nova legislação trabalhista.

Mais uma vez destacamos: Direitos não podem ser suprimidos, mas sim ampliados e esse é o compromisso que assumimos com os trabalhadores do Estado.

Convocamos todos os trabalhadores do Estado do Rio Grande do Sul a participarem desta Campanha Salarial para fortalecer a luta, a resistência e a manutenção dos DIREITOS!

 

Acesse aqui a íntegra da Pauta de Reivindicação 2018/2019 

 

Claudiomir Brum
Presidente Federação dos Vigilantes do Estado